O ensino de educação financeira e fiscal pode se tornar obrigatório nos currículos das escolas públicas e privadas de ensino fundamental e médio de todo o país.
O Senado Federal aprovou nesta semana um projeto de lei que insere essas temáticas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, determinando que os conteúdos sejam aplicados de forma transversal, ou seja, integrados a matérias tradicionais como matemática, história e geografia.
A proposta dá força de lei a uma recomendação que já constava na Base Nacional Comum Curricular desde 2017.
Pelo texto aprovado no Senado, cada instituição de ensino terá autonomia para adaptar a abordagem dos temas de acordo com a realidade de sua comunidade escolar.
Além de aprender a gerenciar o próprio orçamento, poupar e investir, os estudantes vão receber noções sobre a importância dos tributos para o funcionamento dos serviços públicos, previdência social e o marcado de seguros.
Como o projeto sofreu algumas alterações durante a votação no Senado, a matéria retorna agora volta para uma última análise na Câmara dos Deputados antes de seguir para a sanção presidencial.







