A Delegacia de Investigação Criminal (DIC) deflagrou a Operação Asfixia após uma extensa investigação, que identificou a atuação de uma célula do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) na região de Mafra. No dia 7 de março de 2025, a 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Mafra apresentou denúncia contra dez indivíduos suspeitos de integrar a facção criminosa.
Entre os crimes apontados pelo Ministério Público, estão o uso de arma de fogo, o envolvimento de menores de idade e a ligação com outras organizações criminosas. A operação revelou a estrutura do grupo, que operava de forma independente, mas em conexão com a facção. O cumprimento das diligências permitiu reunir provas para embasar a acusação e reforçar a necessidade de punição dos envolvidos.
Com a denúncia formalizada, inicia-se a instrução processual, fase em que testemunhas e acusados serão ouvidos para que o magistrado possa formar sua decisão. Caso sejam condenados, os réus estarão sujeitos às sanções cabíveis, além da reparação coletiva pelos danos morais causados pelas infrações cometidas.







