Inflação, no Brasil, será de 4,37 por cento neste ano.
Essa é a projeção de momento feita pelo Banco Central, que ouviu a opinião das principais instituições financeiras do país.
O número acende o alerta no governo e pode fazer a taxa básica de juros, a Selic, hoje em 10,75 por cento, subir.
A projeção já está bem acima da meta do Ministério da Fazenda, que é de três por cento, e perto da margem de tolerância, que é de quatro e meio.
Uma das formas de segurar a inflação é aumentar os juros, já que, com taxas mais altas, fica mais difícil para pessoas e empresas pegarem dinheiro emprestado.
Aí, o consumo cai e os preços, teoricamente, também.
Como o Banco Central precisa tomar ações para garantir o cumprimento da meta, o mercado aguarda a próxima reunião do Banco Central para debater a Selic, que será no começo de novembro.
Sobre o desempenho da economia do país, o órgão projetou um crescimento de três por cento neste ano.






