O número de casos de sarampo em São Paulo chegou a 41 em 2026, após a confirmação de um novo registro. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, nenhum dos pacientes morreu em decorrência da doença. A capital concentra a maioria dos casos, com 37 registros, enquanto São Bernardo do Campo tem dois, e Guarulhos e Santo André têm um caso cada.
Dos 41 pacientes, 31, o equivalente a 75,6%, não tinham registro de vacinação ou estavam com o esquema vacinal incompleto. Cerca de 61% dos casos ocorreram em crianças menores de dois anos, o que reforça a importância da vacinação e, nos municípios onde a estratégia é indicada, da chamada dose zero, aplicada em bebês de seis meses a 11 meses e 29 dias.
A principal forma de prevenção contra o sarampo é a vacina tríplice viral, disponível nas unidades básicas de saúde. Em São Paulo, a primeira dose de rotina é indicada aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. A dose zero não substitui as doses previstas no calendário e é adotada atualmente na capital, em Guarulhos, São Bernardo do Campo e Santo André. A Secretaria da Saúde orienta que a população verifique a caderneta de vacinação e procure uma unidade de saúde para atualizar as doses, quando necessário.







