Justiça revoga prisão preventiva de Gusttavo Lima…

Foto: Redes Sociais

O TJ-PE (Tribunal de Justiça de Pernambuco) revogou nesta 3ª feira (24.set.2024) a prisão preventiva decretada contra o cantor sertanejo Gusttavo Lima. A decisão é do desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, o mesmo que mandou soltar a influenciadora Deolane Bezerra e outros 17 presos da operação Integration, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro em casas de apostas. A defesa de Gusttavo Lima ingressou com 4 pedidos de habeas corpus. Na decisão de um deles, o desembargador Eduardo Guilliod afirma que o decreto de prisão contra o cantor, assinado pela juíza Andrea Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal do Recife, é “genérico” e sem provas que justifiquem a prisão. O desembargador afirma que as supostas acusações de que Gusttavo Lima teria auxiliado na fuga dos investigados ao levá-los em viagem para Grécia são “meras ilações impróprias e considerações genéricas”.

O casal João André da Rocha e Aislla Sabrina Truta, proprietários da Vai de Bet, são investigados no inquérito. O empresário esteve no aniversário de 35 anos do cantor sertanejo em 3 de setembro, em um iate luxuoso em Mykonos, na Grécia. Segundo a Justiça, os 2 não retornaram ao Brasil. O artista é tem de 25% da casa de apostas online investigada.

“No caso, o decreto de prisão preventiva é genérico, nele não havendo nenhuma menção a fatos que justifiquem a imposição da prisão cautelar”, diz um outro trecho da decisão. Os advogados de Gusttavo usaram o mesmo motivo da soltura de Deolane: a devolução do processo feita pelo MPPE (Ministério Público de Pernambuco) indicaria fragilidade nas provas para prisão. O órgão devolveu o inquérito à Polícia Civil de Pernambuco e solicitou novas diligências.

A empresa do cantor sertanejo (Balada Eventos e Produções) também citada como investigada por fraude financeira e lavagem de dinheiro.

Autor:

Poder360

Publicado em:

24/09/2024

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