Cientista brasileira desenvolve proteína que pode regenerar medula espinhal

Foto: Divulgação

Um avanço científico considerado histórico pode mudar o tratamento de lesões na medula espinhal. Durante décadas, esse tipo de lesão foi tratado como praticamente irreversível, já que o corpo humano tem pouca capacidade de regenerar neurônios após danos graves, o que muitas vezes resulta em paralisia permanente.

Uma cientista brasileira e sua equipe desenvolveram uma proteína capaz de estimular a regeneração da medula espinhal. A pesquisa demonstrou que neurônios adultos podem voltar a se reconectar, algo que até pouco tempo era visto como extremamente improvável pela comunidade médica.

Nos testes realizados, neurônios voltaram a formar conexões, animais que estavam paralisados recuperaram movimentos e os primeiros estudos em humanos já apontam respostas consideradas promissoras. Os resultados indicam um potencial real para reverter danos que antes eram tratados apenas com terapias de adaptação.

O avanço representa uma nova perspectiva para milhões de pessoas que convivem com lesões medulares causadas por acidentes, traumas ou doenças neurológicas. A descoberta reforça a ideia de que a medicina do futuro pode ir além do tratamento dos sintomas e avançar na regeneração de estruturas antes consideradas perdidas.

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Publicado em:

16/02/2026

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