Apesar de uma paralisação nacional da categoria estar convocada para esta quinta-feira, dia 4, entidades em Santa Catarina afirmam que o movimento não deve ganhar adesão estadual. A mobilização foi protocolada na terça-feira, mas lideranças locais informam que não há articulação ou interesse por parte da maioria dos caminhoneiros catarinenses.
Para os organizadores nacionais, a paralisação busca chamar atenção para reivindicações da categoria. No entanto, a principal associação regional, que representa transportadores em várias regiões de Santa Catarina, declarou que a greve só será considerada se houver paralisação generalizada no país — o que, segundo eles, não tem previsão.
No restante do Brasil, há divisão entre grupos de caminhoneiros. Algumas entidades apóiam o protesto, enquanto outras rejeitam a mobilização por considerarem que não houve debate coletivo ou assembleia que legitime o ato. Isso gera incerteza sobre o real impacto da paralisação nos próximos dias.
Para a população catarinense, a estimativa é de rotina normal nesta quinta-feira — sem bloqueios, interrupções no transporte ou risco imediato de desabastecimento. Representantes do setor afirmam que veículos e cargas devem circular normalmente.







