Dados da Edison Research ressaltam dois pontos centrais.
Primeiro: nos EUA, o tradicional aparelho de rádio responde por 34% do tempo de escuta em áreas rurais, o mesmo percentual do celular.
No Brasil, país de dimensões continentais, também vemos que o rádio tradicional é vital para integrar, informar e fazer companhia no campo.
Segundo: nas áreas urbanas, o rádio é ainda vez mais acessado pelo celular. Isso evidencia a capacidade de renovação do meio, que sabe se adaptar aos novos hábitos.
Ou seja, tanto no campo quanto nas cidades, o rádio preserva sua força.








