A Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira, 26, a operação “Reação Adversa”, com ações em Canoinhas, Jaraguá do Sul, Barra Velha e Catalão (GO), para desmantelar um grupo criminoso envolvido na falsificação, adulteração e venda de anabolizantes e medicamentos ilegais, como o Ozempic. Na Operação, uma pessoa foi presa durante o cumprimento de mandado. A investigação começou após o relato de uma vítima que sofreu complicações graves ao usar um remédio falsificado para emagrecer.
Venda pelas redes sociais e lucros ilícitos
Segundo a Polícia, o grupo comprava medicamentos vencidos, alterava a data de validade e os revendia com embalagens produzidas por uma gráfica. A comercialização acontecia principalmente pelas redes sociais, com preços abaixo dos praticados no mercado. Entre os produtos oferecidos estavam anabolizantes, remédios abortivos e outros medicamentos proibidos no Brasil. Com a operação, foram apreendidos veículos de luxo e imóveis adquiridos com o lucro das vendas.
A Polícia Civil alerta os moradores que não utilizem medicamentos adquiridos fora de canais oficiais. Caso alguém tenha feito uso e sentido efeitos adversos, a orientação é procurar a delegacia e registrar a ocorrência, mesmo que haja constrangimento. Os envolvidos poderão responder por tentativa de homicídio com dolo eventual, já que os produtos representam risco real à vida. A operação segue em andamento e novas ações não estão descartadas.
A Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira, 26, a operação “Reação Adversa”, com ações em Canoinhas, Jaraguá do Sul, Barra Velha e Catalão (GO), para desmantelar um grupo criminoso envolvido na falsificação, adulteração e venda de anabolizantes e medicamentos ilegais, como o Ozempic. Na Operação, uma pessoa foi presa durante o cumprimento de mandado. A investigação começou após o relato de uma vítima que sofreu complicações graves ao usar um remédio falsificado para emagrecer.
Venda pelas redes sociais e lucros ilícitos
Segundo a Polícia, o grupo comprava medicamentos vencidos, alterava a data de validade e os revendia com embalagens produzidas por uma gráfica. A comercialização acontecia principalmente pelas redes sociais, com preços abaixo dos praticados no mercado. Entre os produtos oferecidos estavam anabolizantes, remédios abortivos e outros medicamentos proibidos no Brasil. Com a operação, foram apreendidos veículos de luxo e imóveis adquiridos com o lucro das vendas.
A Polícia Civil alerta os moradores que não utilizem medicamentos adquiridos fora de canais oficiais. Caso alguém tenha feito uso e sentido efeitos adversos, a orientação é procurar a delegacia e registrar a ocorrência, mesmo que haja constrangimento. Os envolvidos poderão responder por tentativa de homicídio com dolo eventual, já que os produtos representam risco real à vida. A operação segue em andamento e novas ações não estão descartadas.







